terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Há seis anos atrás era lançado o primeiro número da Revista AURORA

Da Redação
Os primeiros números da Edição de estréia da Revista AURORA 2006-2007
Número de estréia da Revista AURORA capa e miolo- dez/2006

Pauta: Velha cajazeira onde se arranchava o bando de Lampião na Ipueiras

Pesquisa de campo: JC e Luiz Domingos-07
Em dezembro de 2006, há exatos  seis anos atrás era lançado na nossa cidade  o primeiro número da revista AURORA. Uma iniciativa  pioneira articulada pelo professor e pesquisador  José Cícero ao lado do professro Luiz Domingos de Luna. 
Um informativo de cunho cultural e histórico,  que tinha como propósito central promover o resgate e a difusão da rica memória histórica do município. Especialmente da chamada história não oficial a que seu editor/redatro José Cícero denominava de realismo fantástico. 
"Uma história que a própria história esqueceu de contar, assim como uma grande gama de causos palpitantes", trazia estampada na sua capa na edição de estréia  a revista Aurora. Numa  matéria de capa especial  que abordava  a existência um tanto sombria e enigmática do centenário 'Cemitério da Bailarina' localizado no sítio Carro Quebrado(Patos) no riacho das Antas. 
Como ainda, uma reportagem-documento acerca do não menos importante e desconhecido sítio paleontológico da Massalina - localizado no leito rochoso do rio Salgado no sítio Volta na região do Pavão. Assunto que inclusive foi tema de reportagem publicada no caderno Regional do respeitado jornal Diário do Nortesde de Fortaleza(ver foto).
Na sua edição de lançamento a 'Revista Aurora' publicou ainda, uma série de reportagens inusitadas sempre enfocando o município aurorense. Dentre as quais, a casuística de ocorrências  ufológicas( sítios Olho d'água e Bordão de Velho), narrativas sobre o mito da "Braúna Santa" do sítio Martins, assim como a polêmica passagem de Lampião por Aurora nos anos de 25 e 27, o fogo do Taveira, Marica Macedo, o epísódio da fazenda Ipueiras de Zé Cardos. Inclusive o bárbaro e terrível assassinato do coronel Izaías Arruda na estação do trem, a presença do cangaço na história aurorense, dentre outros temas.
Capa: Edição online Revista Aurora
No número seguinte, a revista ainda mais robusta, enfeixou na sua pauta um corolário de assuntos ainda mais curiosos e interessantes, tais como: a história do casarão do corinel Fco. Xavier de Sousa, dito como o fundador de Aurora;  comunidades remanescentes de quilombolas(sítio Grossos); como ainda, narrativas de fatos reais sobre a existência das tradicionias Botijas(sítio Alves e Grossos), as minas do Coxá, o casarão do padre Cícero no sítio Maracajá, o mito da menina Cotinha que  obrava milagres na referida comunidade. Ainda, sobre a história da mártir Francisca - a santa popular de Aurora; o rio Salgado, a prisão de Frei Caneca no sítio Juiz, a morte do filho de Bárbara de Alencar na serra da Várzea grande(cachimbo), os Penitentes da Ordem Santa Cruz, a caverna da serra dos quintos(Vazantes), Dona Bárbara na época a mulher mais velha de Aurora, a relação de amizade de Lampião e o coronel Izaías Arruda ante a trama na fazenda Ipueiras para a invasão de Mossoró em 1927. Bem como, os cangaceiros e jagunços filhos da terra que compuseram o bando do rei do cangaço e do próprio coronel, além de artigos e  entrevistas com historiadores, populares e pesquisadores.
A repercussão em torno da empreitada informativa foi tão grande que formos convidados a fazer o lançamento da revista na TV Diário na capital cearense, assim como fomos igualmente objetos de reportagem nas páginas dos jornais como Diário do Nordeste, O Povo e Jornal do Cariri, assim como em outras mídias.
Atualmente, o projeto de continuidade da Revista Aurora, conforme o seu fundador, o pesquisador José Cícero, continua ainda de pé. De forma que, "a qualque momento, quem sabe quando o abusado e sempre  irrequieto maribondo da caatinga nos ferruar novamente, possivelmente ganharemos mais uma vez o oco do mundo para novas pesquisas e novas descobertas no campos da rica e fantástcia historiografia aurorense. E assim, decerto, iremos seguir de novo as longas e extensas pegadas históricas das léguas tiranas de Aurora", disse.

Pesquisa: Prof. José Cícero, Davi Silva e o prof. Luiz Domingos de Luna
Segundo número da Revista AURORA - 2007
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Da Redação: Blog de Aurora e site Cariri de Fato.
Fotos: jc arquivo RA.
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