quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Poesia d'Aurora


Meu Pai*
Posso chamar de Pai
A vida ele me deu
Na construção do meu eu
O respeito vem e vai
Fica a recordação
Do lindo ensinamento
O Meu sentimento
Sempre no coração
Na selvageria social
A bondade ele expressa
Uma vida que começa
Ao primeiro sinal
Difícil civilidade
Implantar na geografia
Serenidade e sabedoria
No opaco olhar da cidade
Oh! Ingrata geração
Para dar alinhamento
O Brilho do Conhecimento
O Pulsar da gratidão
Caldo cultural deficiente
Espaço rústico de dor
Cuide mestre,
Meu Senhor
Na seleção da semente
Viajaste hoje ao mundo celestial
A Paz e o ensinamento
Quebrando sempre correntes
Plantando boas sementes
Num mundo desigual.
(*) Autor: Prof. Luiz Domingos de Luna
Aurora-CE.
Penitente da Ordem Stª Cruz
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