
Além de atentar contra a saúde pública, o problema está causando sérios transtornos a moradores e comerciantes das imediações, bem como provocando o afundamento do calçamento das ruas. “O problema não é de hoje, há indícios de erros na distribuição da tubulação, possivelmente de desníveis no ramal, de modo que todas as vezes que os funcionários da Cagece vêm ao local realizam apenas rápidas ações paliativas, de modo que o problema logo volta, tendo por assim dizer; a velha solução de continuidade”, afirmam os moradores. “Vamos comunicar o problema ao prefeito Adailton Macedo para que o mesmo exija da direção regional da empresa uma solução definitiva, afinal de conta a Cagece atua no município sob a condição de concessão pública”, completam. Há também a possibilidade de se ingressar com uma ação na justiça, caso a empresa não decida desta vez resolver a situação em definitivo. Afinal de conta, a população paga a tarifa de esgota não para isso...
Há reclamações também relacionadas à estação de tratamento no tocante ao forte mau cheiro que ali existe. Conforme o estabelecido pelas normas técnicas, o tratamento químico evitaria a fedentina. Então a pergunta: por que o cheiro?
O desperdício do preciso líquido também chama a atenção, devido os freqüentes rompimentos da tubulação e vazamentos em diversas partes da cidade. A atenção precisa ser redobrada, posto que em breve boa parte das ruas e avenidas de Aurora receberá pavimentação asfáltica. Pessoas que estão ligando as águas de banheiros e pias para à rua(sobre o calçamento) deveriam ser fiscalizadas e orientadas pela empresa a direcionar estas águas para a tubulação subterrâneo(do projeto Alvorada). Tal procedimento também vem contribuindo para deterioração do calçamento em diversas ruas, artérias e avenidas da cidade.
Em tempo: até a manhã do dia 3 de novembro o problema ainda permanecia sem solução.
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